Bailavas ao
largo distante
Cavalgando
as ondas do mar errante
Sonhavas com
peixe na rede
Na ânsia de
poderes voltar
A tua mulher
na praia chorava
Para que o
mar que castiga
Te
devolvesse a salvo
De uma morte
prometida
E tu agora
no remanso
Descansas no
fundo do mar
Levado pelas
correntes marinhas
Arrastado
para a terra
Cheio de sal
e de feridas
És o fim do
tempo e da tua guerra…
O fim de
todas as (f)ainas e despedidas…

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