Fogo-fátuo
que consome o meu corpo
Em combustão
espontânea fosforina
De um
azulado que contamina
Toda a
esperança de reviver
Mas depois
de padecer
Mesmo depois
do corpo morto
Consumido
nesse fogo
Renasce uma
nova esperança
Forjada na
temperança
De um novo (re)viver
Fazendo
crescer uma semente
Que se
deseja ardente
De um novo
desejado ser…

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