Da tua sede
de água viva
Vieste ao
poço saciar
Nesse
solarengo meio-dia
Num sol
abrasador que queima
Deitaste a
rede ao poço
Para que o
poço contigo se deite
Afundas nele
as tuas mágoas
Sofres
calada… sempre em silêncio…
E quando te
perguntam porquê?
Respondes: -
Para de água me saciar…
E escondes
logo em seguida
A tua
virtude no lar
Onde
ofereces… a tua vida…
No acto de
ACREDITAR…

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