Teu corpo nu
(y) tão cru tão sereno
Palpitante
segredo que se solta
A princípio
a medo
Que não se
conta…
Mas depois
de desperto o sentimento
Transforma-se
esse medo em degredo
Fechado nessa
caixa de Pandora
Que se abre
sem medo
Cheio de
curiosidade
Que não se
confessa
Libertando
esse outro medo
De estar só…
sempre só…
Em segredo…
em segredo…
Ser segredo
que se finge ignorar…
Mas não se conta…

Sem comentários:
Enviar um comentário