Enganas os
teus sentidos
Com uma
falsa felicidade
Misto de
sonhos antigos
Que calam
essa outra verdade
De desejos
ainda mais antigos
Que se
conhecem ao fim da tarde
Pois a
verdadeira felicidade
É algo que
se constrói
Com esses
tijolos de barro
Que a tua
consciência mói
Em barro
edificados
Assentes
nesses doces prados
Que a tua
ilusão destrói…

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