quarta-feira, 5 de outubro de 2016

ALVORADA


Nasceste nessa manhã fria
Onde te vi nua (y) de prazer
E o teu esplendor nascia
Só de te contemplar
Só para te ver
O vento afagava os teus cabelos
Que se enredavam como novelos
Soprados levemente pela brisa na manhã fria
E tu assim tão nua (y), tão luminosa
Nascias na manhã fria
Escrevendo-te eu… em poema…

Em prosa…

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