Nasceste
nessa manhã fria
Onde te vi
nua (y) de prazer
E o teu
esplendor nascia
Só de te
contemplar
Só para te
ver
O vento
afagava os teus cabelos
Que se
enredavam como novelos
Soprados
levemente pela brisa na manhã fria
E tu assim
tão nua (y), tão luminosa
Nascias na
manhã fria
Escrevendo-te
eu… em poema…
Em prosa…

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