Olhares que
se cruzam na noite
Distantes
segredos que se descobrem
Ao luar na
luz se encobrem
Distantes
profetas e medos
E das rezas
que se desenrolam
Ao abrigo da
noite distante
Estendendo-se
nas encruzilhadas
De uma nova
Fé infante
Que cresce,
cresce e cresce…
Rompendo ao
sabor da aurora
Quando a lua
de branco se veste
Marcando uma
nova hora
Decorando a
Abóbada Celeste…
Sem olhar ao
passar das horas…

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