Dobrei esse
cabo infame, dobrando as próprias dores
Em chamas
inflamado cheio de vontade… louco
Ardendo ao
Sol que brilhava, cheio de sede, cheio de sal
Dobrei esse
cabo infame, que me desejava mal
De velas
enfunadas a todo o pano…
De braços
erguidos aos Céus…
Vi-te amor
bem lá no Alto
E soube que
estavas com Deus…
E segredando
ao ouvido de outros irmãos meus
Disse-lhes:
- Porque
estou vivo?
- Porquê eu?
Deus Meu? Meu Deus?
…

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