Da tua lava
bebi lentamente…
Queimava-me
a garganta que de sede ardia
E assim mais
um dia se passava
No qual eu
me embriagava
Da lava que
sofregamente bebia…
E depois de
corpo entorpecido
Cambaleando
ao acaso
De espírito
dormente adormecido
Dedicava-me
ao ócio…
À depressão
Afundando-me
numa cama
Que foi
berço, leito de amante
E hoje
caixão…

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