O Nilo te
abençoou
Com as suas
cheias maduras
O teu solo
fertilizou
Tapando no
chão as pedras duras
Do duro pó
que se levanta
Empurrado
pelo vento
Que o teu
povo canta
Dobrando o
junco
O seu
sustento
Para encher
as suas redes
De peixe que
alimenta
Os filhos
que hoje tendes
Amanhã
cortesãos, felá...
E outras gentes…

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