No «(…) reino dos porquês (…)»
Na câmara
escura
Na pirâmide
mortuária dura e fria
Na luz que
se apaga no fim
No desejo de
ser eterno
De não
morrer
Pela mão e
pelo poder que se tem
Na ambição
do além
Que se
extingue
No fim de
não ser ninguém
De se tornar
pó
Um poderoso
rei que se dissolve
Descobre que
afinal…
…Não está
só…
E à terra o
pó devolve…

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