Rio infernal
que corre
Nas
profundezas da terra
Escondes
mágoa, sofrimento…
Recolhes o
sangue da guerra
Que se
entranha nessa lama
Feita do pó
dos homens e das guerras
Que
dilaceram irmãos que se chacinam
Em
fratricidas batalhas
Que o terror
edificam
E tu
recolhes no teu ventre
Todo esse
sofrimento
Que te corre
nas veias
Soprado por
um quente infernal vento
Que desliza
pelas tuas ameias…

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